Il Blog di Geronimo

Aventura com a Tea Stilton!

27 Março 2017

Olá Roedores!

 

Aqui está a história vencedora do Passatempo da Tea Stilton!

 

Leiam a aventura que a Carolina Figueiredo imaginou e digam-nos o que acham nos comentários!

 

"Estava um dia de sol, ou melhor um dia quente, quentíssimo!

 

Estava eu na escola com as minhas amigas quando a minha mãe me ligou.


Triiimm!...

 

Eu atendi como sempre e descobri que ela tinha de ir ao Porto em trabalho, durante algumas semanas e precisava de alguém para tomar conta do nosso cão, o Bolinhas. Entrei em pânico.  

 

Como é que eu conseguirei contratar alguém em tão pouco tempo? - pensei.

 

E foi então que a ideia me surgiu, contratar alguém para ir lá a casa (ou uma equipa) pois o meu cão não é fácil de aturar, deve ter herdado isso da minha irmã.

 

Mal cheguei a casa corri logo para o computador e comecei a procurar. Procurei durante imenso tempo, imensos sites, mas nenhum que me agradasse. Ou eram muito caros, ou pensei que não tratariam bem do meu cão, olhem não sei o que me passou pela cabeça.

 

Mas o certo é que consegui encontrar um site de uma empresa, a "SOS: Clínica Animais Felizes". O preço agradável, a forma carinhosa e amável com que lá falavam dos animais, as caras simpáticas foi o que me vez escolhê-la.

 

Pus mãos à obra e liguei-lhes. Estivémos alguns minutos a falar ao telefone: para marcar os dias, as horas, os minutos e até os segundos, a ração que lhe haviam de dar, o que lhe haviam de fazer…

 

No dia seguinte fui levar o meu cão á clinica e foi aí, nesse preciso momento, que vi uma cara amorosa que me sorriu, um sorriso como eu nunca vi, era uma das gerentes da clínica, a Tea Stilton.

 

Depois vieram outras caras com um carinho fora do normal e disseram–me os seus nomes: eram a Nicky, a Colette, a Violet, a Paulina e a Pamela (as Teas Sisters). E logo me fiz sua amiga.

 

Todos os dias a seguir a esse eu ia lá e falava, falava e falava com todas elas: a Tea que embora poucas vezes que a vi tem aquele sorriso inesquecível; a Nicky que me contava todas as suas aventuras; a Colette que me mostrava as suas roupas (em especial os seus vestidos); a Violet que me segredava ao ouvido, num som muito baixo os seus segredos e me contava vez sem conta como é que era o rapaz que ela gosta, que pelo o que ouvi era muito, mas mesmo muito especial; a Paulina que me falava e falava do seu sonho: o de ser cientista; e por fim a minha querida Pamela, com quem de todas elas me senti mais à vontade e com quem criei um dos mais fortes e lindos laços de amizade do mundo, pois temos a personalidade muito parecida.

 

Tudo isto a acontecer na Ilha das Baleias onde elas estudam, mas de momento estavam de férias do mês do queijo, logo, elas não tinham aulas. Infelizmente eu não tive a mesma sorte.

 

E assim foi durante semanas, até que um dia eu cheguei lá e a "SOS: Clínica de Animais Felizes" tinha sido roubada! Não sei o que é que uma simples clínica de animais poderia ter de valor para um ladrão ou ladrões, no então, foi o que aconteceu. A polícia esteve lá mas nada encontrou e por isso tivemos de ser todas nós a investigar até porque elas eram minhas amigas e eram elas que tomavam contam de uma das coisas mais importantes do mundo: o meu cão. 

 

E mesmo naquele dia começamos a procurar. 

 

- Por onde é que começamos? - perguntei eu, inexperiente nestas coisas. 

 

- Primeiro arrumamos, porque como é  óbvio isto está muito desarrumado... - disse  a Violet.

 

- De seguida, procuramos alguma pista ou algo fora do normal. - disse a Nicky, acabando a frase da amiga. 

 

- E vamos seguindo cada pista, porque eu tenho a certeza que vamos encontrar muitas ou eu não gosto de tecido francês . - disse confiante a Colette que já não aguentava nem mais um segundo sem falar. 

 

- E depois encontramos os culpados! - exclamou a Paulina muitíssimo confiante.     

 

Eu fiquei desconfiada. Porque é que elas quereriam apanhar o culpado (culpados, culpada, culpadas) se ele (eles, ela, elas) não roubou (roubaram) nada, nem nada fez de assim tão mau?

 

Então perguntei à Pamela: 

 

- Pamela, o que é que se passa? - perguntei 

 

- É que isto tudo não é só pelos assaltantes. - respondeu ela misteriosamente.

 

- Então porque é? Diz - me, por favor... - disse eu já impaciente.

 

- É que um dos cães tinha na coleira uma jóia, a Esmeralda do Luar que quando a Lua se reflete nela ela aponta luminosamente o caminho para um tesouro.  

 

- Então é por isso que vos roubaram e estão tão empenhadas a apanhar o culpado e a recuperar a jóia. - disse eu já mais esclarecida. 

 

Nessa noite não pensei em mais nada a não ser no roubo e na tristeza que elas deveriam estar a sentir e a pensar nisso adormeci.

 

Acordei ao som do meu telemóvel, pois a Pamela estava a ligar-me por causa das novidades.

 

E assim foi naquele dia de sábado que me levantei e me dirigi para a loja de animais para ajudar as minhas novas amigas (já não tão novas como isso) para apanharmos o ladrão (ladrões, ladra, ladras).

 

Então lá fui eu para a clínica, onde elas me esperavam cheias de novidades, e assim durante dois meses andámos a procurar o ladrão e não é que conseguimos arranjar um nome de uma pessoa, ou melhor de um rato?

 

Ele chamava-se Dennie Camambert, um dos mais famoso ladrões de jóias do mundo, um dos mais procurados de sempre, será que iríamos fazer história, como as raparigas que apanharam o Denny Camambert?

 

E seguimos mais pistas e mais pessoas e mais pistas até que soubemos que ele ia estar numa fábrica a "Rói, rói, roedor, rói", então para aí fomos, com alguns polícias nossos amigos. E apanhámo-lo!

 

A polícia procurou em casa dele, na fábrica, em todo lado em que ele esteve mas nada encontraram. Ficámos fulas.

 

Então, tivemos de examinar novamente as pistas e tinha-nos escapado uma coisa... O Denny tem sempre um aliado nos ratocrimes. Então lá tivemos nós de investigar novamente e  pedir uma ajuda extra aos nossos amigos polícias. O que deu resultado, pois conseguimos um nome, Tom Roquefort.

 

E desta vez decidimos não chamar a polícia e fazermos nós esse trabalho. E fomos devagar, quer dizer muito devagarinho, mas logo começamos a acelerar e eu e a Pamela saltamos-lhes em cima literalmente, mas tudo isso valeu a pena, porque encontrámos a Esmeralda do Luar.

 

E assim elas contaram-me que a tinham encontrado numa das suas aventuras extrarrátricas e também que ela era única no mundo. E foi nesse mesmo dia que o levamos à polícia e o prenderam.

 

Apesar de tudo isto, eu fiquei feliz com esta aventura, pois fiz seis novas amizades que sei que vão durar para sempre."

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Comentários

  • dianex

    dianex

    Publicado
    2017-04-17

    Mas que linda história Gostei mesmo muito desta mas de certeza que os outros livros também são muito divertidos!!!

  • AGNOU

    AGNOU

    Publicado
    2017-04-07

    Gosto da história!

  • gogobi

    gogobi

    Publicado
    2017-04-06

    que fixe!!!

  • Ratrícia

    Ratrícia

    Publicado
    2017-03-29

    UAU !! Essa história está mesmo incrível , escreves muito bem histórias, já sei porque que ganhaste !! Muitos parabéns pela tua história está INCRÍVEL !!

  • loleira

    loleira

    Publicado
    2017-03-28

    Fantástico

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